Máquinas escrevendo
Inveja me
Não use o coração
E que Deus me perdoe em dar amor a só uns e não a todos
A fragrância
Ainda que impecável, senhores(as)
quem foi você
Capricho
Eu vivi no olho
Se não gostam
Do meu poema
Não gostam do
Meu violão, a vontade
Vibrando forte
Entre as casas
E escalas, afinal
Sou somente, e
Quem sabe sou
Um ser vibrante
Oco e traçado a
Linhas paralelas
E elas me fazem
Ainda é ressonar
Mexido Estou viciado nessa coisa paro para fazer café depois o almoço lavo as vasilhas guardo tudo e volto para satisfazer meu vício Lavei...